A Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD foi aprovada pelo Senado em agosto de 2018 e visa estabelecer normas de segurança para os dados pessoais utilizados por empresas privadas e organizações governamentais. Isso significa que para coletar dados como, nome, endereço, telefone, e-mail e números de documentos, por exemplo, as empresas precisam seguir uma série de recomendações que garantirão a segurança do indivíduo.

Essa lei foi inspirada no Regulamento Geral Sobre Proteção de Dados (GDPR), que está em vigor na União Europeia, e que tem como principal objetivo, garantir a privacidade e a proteção dos dados que circulam nos países que fazem parte.

De acordo com a LGPD os dados só poderão ser coletados se consentido pelo titular. As organizações deverão desenvolver métodos claros para a coleta dessas informações, deixando evidente para quais finalidades estas serão utilizadas. Quando se tratar de menores de idade, os dados só poderão ser solicitados com autorização dos pais ou responsáveis. Vale ressaltar, que se caso houver a necessidade de solicitar informações uma segunda vez, seja para dar andamento em algum processo, junto a uma terceirizada, por exemplo, as empresas devem pedir autorização novamente.

O consentimento do cidadão também está relacionado ao direito que ele tem de pedir que seus dados sejam deletados e sua permissão de utilização revogada. A lei garante que se caso esse for o desejo, as corporações devem atender sob o risco de punições. Para garantir que a LGPD está sendo cumprida com devida eficácia e também para evitar fraude, roubo e a perda de dados, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ficará responsável por acompanhar de perto as fiscalizações.

A Lei Geral de Proteção de Dados, ainda não entrou em vigor, a data prevista para isso acontecer é agosto deste ano. No entanto, um grupo de entidades voltadas a comunicação pede para que o Presente da Câmara, Rodrigo Maia, aprove uma medida que adia a LGPD até maio de 2021. Segundo essas instituições ainda é preciso fazer ajustes de custos para a implementação da lei nas empresas, situação econômica que foi agravada pela pandemia do coronavírus.

Se a data para o início da vigência realmente ficar para o ano que vem, as empresas terão mais tempo para se preparar e encontrar soluções que atenderão suas demandas, garantindo a segurança dos dados de seus clientes. Pensando nisso, o Protection Pack Netsun oferece a estrutura necessária para gerenciar informações da melhor maneira possível.

Esse serviço que atua com Recursos de Firewall, possui criptografia, políticas de acessos, antivírus e pacotes contra Trojan e Ransomware. É capaz de detectar e prevenir invasões, roubos e a perda de informações consideradas vulneráveis. O seu papel é evitar que as corporações caiam em erros que muitas pessoas comentem, deixando informações sigilosas com pouca segurança e expostas a fraudes.

Totalmente de acordo com as diretrizes da nova Lei Geral de Proteção de Dados, ainda oferece os pacotes Standard, Advanced e Itens Adicionais, que possuem itens avançados para a administração dos dados de clientes e colaboradores.

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