A  Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, foi desenvolvida com o intuito de controlar a maneira como as empresas privadas, públicas e as instituições governamentais coletam e lidam com os dados pessoais de clientes e colaboradores. Isso significa que elas deverão seguir alguns protocolos de segurança, sempre respeitando a vontade do dono das informações, que podem ser o número de documentos, e-mail, enderenço e o número de telefone, por exemplo.

Depois da possibilidade de ser adiada para o inicio de 2021, as autoridades voltaram atrás e a LGPD começou a valer no mês de setembro. No entanto, mesmo sendo, um assunto muito abordado nos últimos meses, o número de empresas que ainda não se adequaram as exigências é preocupante. Isso pode ter acontecido pelo cenário de incerteza em relação a data de implementação da lei e também pela falta de conhecimento sobre o assunto.

A principal dúvida está relacionada as empresas que deverão seguir as diretrizes da LGPD. Para explicar um pouco melhor, a CNI desenvolveu uma cartilha, que esclarece tudo o que as empresas precisam saber para ficarem de acordo com a nova legislação. Uma das informações, ressalta que a lei se aplica à todas as corporações públicas e privadas, de todos os setores da economia.

Isso quer dizer que independente de estar em meio físico ou digital, as empresas que precisarem coletar dados pessoais em algum momento, deverão se adequar as exigências, para proteger a integridade e a confidencialidade das informações. Em casos de empresas brasileiras com filiais em outros países o processo é exatamente o mesmo.

Alguns dos princípios estabelecidos pela LGPD, que devem ser seguidos pelas empresas no tratamento de dados são; a necessidade, finalidade, qualidade dos dados, prevenção, transparência e a segurança. Dessa maneira, é  mais fácil definir para que fins eles serão utilizados e como devem ser armazenados.

Em casos de descumprimento da lei, as companhias ficam sujeitas a penalidade e pagamento de multa de acordo com a gravidade da infração. Foi o que aconteceu com a Cyrela, uma das principais construtoras do país.

De acordo com o portal Tecmundo, um dos clientes acusou a construtora de fornecer seus dados para parceiros, que faziam ligações oferecendo produtos e serviços, como móveis planejados. Segundo a juíza responsável pelo caso, a Cyrela descumpriu a confidencialidade do contrato, sendo penalizada em 10 mil reais.

Pensando em evitar esse tipo de situação, o Protection Pack foi desenvolvido  garantir a proteção do ambiente digital. Esse Next Generation Firewall atua com camadas de proteção e possui recursos capazes de deixar a sua empresa de acordo com as exigências da LGPD, ele também evita invasões e ainda previne ataques Ransomware.

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