Você já ouviu falar em Governança de Dados? Talvez essa expressão tenha uma conotação um pouco política, certo? Essa ideia não está totalmente equivocada, mas também, mas não está completamente correta. Se você buscar a palavra governança no Google vai encontrar a seguinte descrição “ato de governar, governo ou governação”.

O conceito de gestão de dados, tem relação com a administração de informações. Primeiro, é preciso esclarecer que os dados são os ativos mais valiosos de uma instituição e estão presentes em praticamente todos os processos internos. Com isso em mente, é possível entender melhor onde a Governança de Dados se encaixa e como pode beneficiar um negócio.

De acordo com o guia DAMA DMBOK, a governança é um conjunto de ações utilizadas para garantir as boas práticas durante a coleta, o processamento e a administração dos dados que são tão importantes para o desenvolvimento das empresas. Ela ajuda na tomada de decisões, competitividade no mercado e qualidade operacional.

Se você analisar apenas o âmbito de transformação digital, já é possível compreender o motivo dessa política estar se tornando uma tendência casa vez mais forte. Isso porque estamos vivendo a era da tecnologia, onde tudo pode ser realizado por meio da internet e das ferramentas digitais. E não é possível aderir as novas tecnologias, sem que elas estejam atreladas a uma quantidade enorme de dados, que devem ser convertidos em informações estratégicas que gerem resultados. Um exemplo disso é o Big Data.

No entanto, inserir a Governança de Dados pode ser algo muito desafiador, além de exigir investimento e capacitação profissional. Em contrapartida, um gerenciamento desestruturado de dados é capaz de acabar com reputação de uma instituição em um piscar de olhos.

Para que esse tipo de gestão funcione é necessário entender como a coleta de dados é realizada, passo importante para a catalogação. Depois é preciso fazer um mapeamento de informações, para em seguida, estruturar os dados de acordo com o valor e o grau de importância que possuem. Existem ainda, outras fases como a conformidade, metadados, normas, requisitos e claro, a segurança.

Pensando nisso, vemos que a Governança é um investimento importantíssimo para o ambiente corporativo, visto que a necessidade atual é ficar à frente da concorrência, manter a credibilidade do cliente e ter controle das operações internas e externas. Vale lembrar que esse gerenciamento também pode auxiliar as empresas a ficarem em conformidade com as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), já que serão capazes de administrar os dados sensíveis com mais propriedade.

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